Brasil, França e Índia se unem em defesa da regulação mundial da inteligência artificial

  • 19/02/2026
(Foto: Reprodução)
Brasil, Índia e França se uniram em defesa da regulação mundial da IA Brasil, França e Índia se uniram em defesa da regulação mundial da inteligência artificial. Chefes de Estado e gigantes da tecnologia se reuniram nesta quinta-feira (19) em Nova Déli. Entre os países reunidos na cúpula, se desenhou um quase consenso nos discursos: de que a inteligência artificial precisa ser regulada de alguma forma. As gigantes de tecnologia também participaram. Sam Altman, da OpenAI, disse que “o mundo vai precisar de algo como a Agência Internacional de Energia Atômica para a coordenação internacional da IA”. Dario Amodei, da Anthropic, afirmou que a IA vai superar a inteligência humana em poucos anos. Na cúpula, os executivos das empresas de IA ganharam tratamento de chefes de Estado, com direito a foto oficial com o anfitrião, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. Todos se deram as mãos, menos os concorrentes Sam Altman e Dario Amodei. Estados Unidos e China travam uma disputa acirrada pela liderança no desenvolvimento da tecnologia da inteligência artificial. Os dois países não estão no encontro, e a Índia quer aproveitar o momento para tentar se colocar como uma liderança de uma terceira via da IA no mundo. Esse é o quarto encontro de um evento anual que começou na Inglaterra em 2023. No discurso de abertura do dia, o primeiro-ministro indiano disse que é preciso democratizar a inteligência artificial para garantir que os humanos não se tornem apenas dados e que a direção para onde levarmos a IA agora vai definir o futuro da humanidade. Para o secretário-geral da ONU, o futuro não pode ser deixado na mão de poucos países ou alguns bilionários. Brasil, França e Índia se unem em defesa da regulação mundial da inteligência artificial Jornal Nacional/ Reprodução Modi tem como maiores aliados na busca da regulação do uso da IA o presidente da França, Emmanuel Macron, e o presidente Lula. Macron disse que a criação das regras não visa impedir o avanço da IA, mas garantir que ela seja segura. O presidente Lula defendeu que a regulação reconheça as particularidades dos países, mas garanta que o uso da IA seja centrado nos seres humanos e fortaleça a democracia. Ele criticou o atual modelo de negócio das big techs: “Os dados gerados por nossos cidadãos, empresas e organismos públicos estão sendo apropriados por poucos conglomerados sem contrapartida equivalente em geração de valor e renda em nossos territórios. Quando poucos controlam os algoritmos e as infraestruturas digitais, não estamos falando de inovação, mas de dominação”. No Brasil, parlamentares discutem a criação do Marco Legal da Inteligência Artificial, com regras baseadas em transparência, garantias de direitos fundamentais e responsabilização para o desenvolvimento e uso da IA. O texto foi aprovado pelo Senado em dezembro de 2024 e, agora, está na Câmara dos Deputados. LEIA TAMBÉM Em discurso na cúpula sobre o impacto da IA, Lula destaca a dualidade da tecnologia e defende a regulamentação das big techs Lula viaja à Índia e deve assinar acordos sobre minerais críticos e inteligência artificial

FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/02/19/brasil-franca-e-india-se-unem-em-defesa-da-regulacao-mundial-da-inteligencia-artificial.ghtml


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